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Sondagem a Percussão (SP) - Amostragem: Como fazer?

foto - Sondagem a Percussão (SP) -  Amostragem: Como fazer? por Equipe de Campo em 07/11/2018
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Primeiramente, é necessário dizer que todas as amostras deverão ser representativas dos materiais atravessados e livres de contaminação. E ainda , que deverão ser coletadas tantas amostras quanto forem os diferentes tipos de materiais, excetuando-se a amostra de barrilete, que deve ser coletada, no mínimo, uma amostra para cada metro perfurado.

As amostras acondicionadas em copos e sacos plásticos serão colocadas em caixas de plástico, de tipo e dimensões usados em furos rotativos de diâmetro BW. Na tampa e num dos lados menores da caixa, deverão ser anotados, com tinta indelével, os seguintes dados:

  • Número do furo;
  • Nome da obra e do cliente;
  • Local;
  • Número da caixa e número de caixas de furo.

Quando a sondagem a percussão for seguida por sondagem rotativa, deve ser utilizada caixa de amostra apropriada para o diâmetro da sondagem rotativa programada. Nesse caso, as amostras de solo poderão ser guardadas na mesma caixa onde serão acondicionados os testemunhos de rocha.

As amostras serão coletadas desde o início dos furos e acondicionadas na caixa, com separação de tacos de madeira ou outro dispositivo. A sequência de colocação das amostras na caixa deverá seguir a orientação da flecha constante nas caixas de plástico, da esquerda para a direita. A profundidade de cada trecho amostrado deve ser anotada, com caneta esferográfica ou tinta indelével, no taco do lado direito da amostra.  No lado direito da última amostra do furo, coloca-se um taco adicional com a palavra “fim”.

Cada metro perfurado a percussão, com exceção do primeiro, deve estar representado na caixa de amostra por duas porções de material, separadas por tacos de madeira, sendo a primeira com amostra de penetrômetro (bico e corpo do amostrador) e a segunda com amostra de trado, lavagem ou bomba-balde (baldinho).

Não havendo recuperação de material no barilete, o local da amostra na caixa deve ser preenchido com um taco de madeira com as palavras “não recuperou”. No caso de ser utilizado todo o material disponível para a amostragem, coloca-se no local da amostra um taco com as palavras “recuperou pouco”. A não recuperação de amostra também deverá estar indicada no boletim de campo da sondagem.

Poderá ser indicado na caixa de amostras, por meio de tacos de madeira e na profundidade devida, o tipo de amostragem, ou seja: trado, lavagem, penetrômetro etc.

A cada ensaio de penetração, cerca de 100 g da amostra do barrilete deverão ser imediatamente acondicionados em recipientes de plástico rígido com tampa, de maneira que o frasco fique hermético e selado com fita colante. Essa amostra deve ser identificada por duas etiquetas em papel-cartão, sendo uma interna e outra colada na parte externa do recipiente, em que constem:

  • Nome da obra e do cliente;
  • Nome do local;
  • Número da sondagem;
  • Número da amostra;
  • Profundidade da amostra;
  • Número de golpes e penetração do ensaio;
  • Data;
  • Operador.

As anotações devem ser feitas com caneta esferográfica ou tinta indelével; as etiquetas devem ser protegidas com sacos plásticos contra as avarias no manuseio da amostra. Esses recipiente precisam ser acondicionadas em caixas apropriadas para transporte.

As caixas de amostras deverão permanecer guardadas à sombra, em local ventilado até o final da sondagem, quando serão transportadas para o local indicado pela Fiscalização. 


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Bibliografia recomendada:

ABNT NBR 6484/01 - Solo - Sondagens de simples reconhecimentos com SPT - Método de ensaio: acesse aqui


Referência Bibliográfica:

Manual de Sondagens/ Coordenador Ivan José Delatim; comissão coordenadora Elisângela Oliveira [et al.]. 5.Edição, São Paulo: ABGE - Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental, 2013.


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