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Teor de Umidade dos Solos - Método da Estufa e o Método Speedy - Ensaios Geotécnicos.

foto - Teor de Umidade dos Solos - Método da Estufa e o Método Speedy - Ensaios Geotécnicos. por Equipe Laboratório em 07/03/2018
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Conhecer o teor de umidade é essencial e determinante na previsão do comportamento dos solos que serão utilizados em diversas áreas da construção civil, como por exemplo, na construção de barragens e de terraplenagens para estradas.  Todas as obras de Engenharia Civil se apoiam sobre o solo ou sobre maciços rochosos, e existem ainda algumas situações, em que o solo é também utilizado como material de construção, constituindo-se como elemento construtivo, como por exemplo, os aterros de estradas.

Em grande parte, a estabilidade e o comportamento funcional e estético da obra serão determinados pelo desempenho dos materiais usados nos maciços terrosos e, daí a importância da utilização do teor de umidade ótimo, previamente determinado em laboratório.

''O teor de umidade é definido como sendo a relação entre o peso da água existente no solo e o peso seco das partículas sólidas do solo, expressa em porcentagem'' CAPUTO (1977). Essa informação técnica é fundamental para uma análise criteriosa sobre o comportamento dos maciços e estruturas de solos nas mais diversas obras geotécnicas da construção civil. As metodologias desenvolvidas e empregadas para se proceder à determinação do teor de umidade dos solos não sofreram grandes modificações ao longo das décadas, ficando essa técnica restrita basicamente:


Ao método da estufa, empregado em larga escala em laboratório:

Esse índice físico é obtido após a secagem de uma amostra natural por um período de pelo menos 12 horas - solos arenosos e pedregulhosos - em um aparelho, em que a temperatura deverá ser constantemente mantida em torno de 105°C ou 110°C, de acordo com a NBR 6.457/86. Em alguns casos, segundo a Teoria dos solos tropicais, essa temperatura poderá permanecer entre 60 e 80°C, mas devendo prevalecer o mesmo período de tempo. Até hoje, esse é o método mais preciso de determinação do teor de umidade dos solos, sendo aplicado em laboratórios. Essa metodologia apresenta vantagem em relação às demais, porque apresenta resultados confiáveis, porém traz como inconveniente, o tempo excessivo para obtenção desse índice físico.


Ao método do umidímetro tipo Speedy, praticado em campo:

Esse procedimento é preconizado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT/ Departamento Nacional de Estradas de Rodagem - DNER em seu Método de Ensino - ME 052/94. Coloca-se em um recipiente hermeticamente fechado, uma quantidade de solo úmido sob o contato de carbureto de cálcio. Posteriormente, isso resultará na formação do gás acetileno, que gerará uma pressão interna. Essa pressão será registrada e por uma tabela de aferição, convertida em teor de umidade do solo. Este método é o mais rápido na obtenção do índice de umidade, o que o torna o mais apropriado para ser empregado em obras.

Há alguns anos, técnicas denominadas de Método de frigideira e do álcool também eram empregadas para se obter o teor de umidade dos solos de forma mais rápida. Constituiu-se num instrumento fundamental para acelerar os procedimentos de laboratório e de campo que dependiam da obtenção do índice da umidade do solo, mas foram suprimidos das Normas Técnicas e das especificações dos órgãos de fiscalização de obras para efeitos da determinação desse parâmetro, pelo fato de submeter os solos a uma fonte de calor de maior intensidade (temperatura) ou direta (fogo).

Novas metodologias continuam sendo amplamente estudadas, na intenção de acelerar o tempo para a obtenção dos resultados, visando sempre confiabilidade dos resultados aferidos.


Referências Bibliográficas:

CAPUTO, H. P. Mecânica dos solos e suas aplicações. Vol. 2. São Paulo, SP, 3ª edição revista e ampliada, Editora LTC, 456 p.1977.


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