Apesar do tamanho continental e da força do agronegócio, o Brasil ainda tem uma malha ferroviária limitada e subutilizada. Segundo Natália Marcassa, VP da Rumo Logística, isso é reflexo de uma herança histórica mal planejada, concessões antigas com baixa atratividade econômica e crédito caro para novos projetos. Hoje, mais da metade das ferrovias operam com menos de dois trens por dia. A especialista defende mudanças nas regras de concessão e melhores condições de financiamento para destravar os investimentos e dar novo ritmo ao setor ferroviário no país.
Suporte Na Imprensa - Por que o Brasil tem poucas ferrovias? Herança histórica e crédito caro explicam, diz especialista