cisalhamento do solo

ensaio de compressão

Sondagem de Solo

Sondagens e Ensaios de Campo

Sondagem a Trado (ST) com coleta de amostra

Sondagem a Percussão (SPT)

Sondagem Mista (SM)

Sondagem Rotativa (SR)

Poço de Inspeção de Pavimento (PI)

Ensaios de Umidade e Densidade in-situ

Coleta de Amostras Indeformadas e Deformadas

Ensaios de Laboratório

Preparação de amostras para ensaios de compactação, caracterização e umidade

Ensaios de Limite de Liquidez (LL) e Plasticidade (LP)

Determinação da Densidade Real dos Grãos

Análise Granulométrica (Peneiramento e Sedimentação)

Ensaio de Compactação (Proctor Normal, Intermediário e Modificado)

Determinação do Índice de Suporte Califórnia (CBR)

Classificação MCT (Miniatura Compactado Tropical)

Ensaio de Cisalhamento Direto

Controle Tecnológico

Camada Final de Terraplanagem

Controle de Deflexão de Camadas com Viga Benkelman

EN

O futuro não é o lugar para onde estamos indo, mas o lugar que hoje estamos construindo.

by Lúcia Helena

Toggle nav

Metodologia de Ensaios MCT - Ensaios Geotécnicos - Fluxograma dos Grupos de Ensaios

foto - Metodologia de Ensaios MCT - Ensaios Geotécnicos - Fluxograma dos Grupos de Ensaios por Equipe de Laboratório em 05/12/2018
255 17

Os órgãos rodoviários nacionais, ao longo de décadas, empregaram em suas obras viárias o método de classificação de solos HRB. Com base na justificativa de que a aplicabilidade dos procedimentos tradicionais levava a resultados insatisfatórios, quanto ao desempenho estrutural dos solos tropicais finos, Nogami e Villibor (1981) desenvolveram a Metodologia de ensaios MCT (Miniatura Compactada Tropical)

A metodologia MCT caracteriza-se pela determinação de propriedades mais representativas do comportamento dos solos tropicais (contração, penetração e permeabilidade), tendo-se em vista a sua utilização em obras viárias em geral e, em particular, as de pavimentação.

Embora não tenha o impacto internacional merecido, a classificação MCT poderia ser empregada com sucesso em países com clima tropical úmido onde existem abundantes ocorrências de solos finos lateríticos ou não lateríticos, que, neste critério são denominados respectivamente solos de comportamento laterítico e solos de comportamento não laterítico (BALBO, 2007).

Conforme Villibor et. al. (2007), a designação MCT (Miniatura Compactada Tropical) é proveniente da utilização, nos ensaios, de corpos de prova de dimensões reduzidas (corpos de prova com 50 mm de diâmetro) em solos tropicais compactados e abrangem dois grupos de ensaios, a saber: Mini-CBR e Mini-MCV.

Apresenta-se, a seguir, fluxograma com os diferentes grupos de ensaios da Metodologia MCT.


Figura 1 - Fluxograma dos Grupos de Ensaios da Metodologia MCT.

É importante ressaltar que após inúmeras publicações técnicas fundamentadas nos trabalhos de Nogami e Villibor (1981), os procedimentos tradicionais vêm sendo substituídos pela classificação MCT. Como exemplo disso, podem-se apresentar as atuais instruções de projeto da Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP) e do Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo (DER/SP) que já exigem esta classificação como preceito de projeto.

Os ensaios necessários para classificar os solos finos conforme procedimento de Classificação MCT são os ensaios de Compactação Mini-MCV e de Perda de massa por Imersão. Esses dois ensaios são imprescindíveis para classificar os solos tropicais. No entanto, Villibor et. al. (2007), recomenda além do ensaio de Capacidade de Suporte Mini-CBR, alguns ensaios associados que tem como principal objetivo analisar as características dos solos e a sua viabilidade como camada de base de pavimento, sendo eles: ensaio de Expansão, Contração, Infiltrabilidade e Permeabilidade.

Precisando de Ensaios Geotécnicos ? 

A Suporte pode te ajudar! 
Solicite um orçamento através do e-mail: 
orcamento@suportesolos.com.br


Referência Bibliográfica:

BALBO, J.T., Pavimentação asfáltica - materiais, projeto e restauração. São Paulo: Oficina de Textos, 2007. 

MALANCONI, M. Considerações sobre misturas de solos tropicais estabilizados quimicamente para uso como camada de pavimento urbano. Dissertação de Mestrado. São Carlos : UFSCar, 2013. 

NOGAMI, J.S. & VILLIBOR, D.F. Uma nova classificação de solos para finalidades rodoviárias. Simpósio Brasileiro de Solos Tropicais em Engenharia, Rio de Janeiro, 1981.

NOGAMI, J.S. & VILLIBOR, D.F. Pavimentação de baixo custo com solos lateríticos. São Paulo: Villibor, 1995. 

VILLIBOR, D.F. et all. Pavimentos de baixo custo para vias urbanas:  bases alternativas com solos lateríticos. São Paulo: Arte & Ciência, 2007.


Leia também:

Ensaios Geotécnicos - Ensaio de Cisalhamento Direto  - O Objetivo e a Finalidade: acesse aqui

Ensaios Geotécnicos - Análise Granulométrica do Solo - A Curva e os Tipos de Análise:  acesse aqui

Ensaios Geotécnicos - Análise Granulométrica do Solo - O Objetivo e as Frações de Solo:  acesse aqui

Ensaios Geotécnicos - Compactação de Solos - Possíveis Fontes de Erros:  acesse aqui

Ensaios Geotécnicos - Compactação de Solos - O Ensaio e as Energias de Compactação acesse aqui

Ensaios Geotécnicos - Compactação de Solos - O Histórico e o Conceito acesse aqui

Ensaios Geotécnicos - Determinação do Teor de Umidade acesse aqui

Ensaios Geotécnicos - Preparação de Amostras de Solo para Ensaios de Caracterização:  acesse aqui

Ensaios Geotécnicos - Classificação HRB - O método e os ensaios necessários: acesse aqui

Ensaios Geotécnicos - Consistência do Solo - Ensaios de Limite de Liquidez (LL) e de Plasticidade (LP): acesse aqui

Ensaios Geotécnicos - CBR ou ISC - O Ensaio mais utilizado pelo Engenheiro de Pavimento:  acesse aqui




Leave a comment